6 de jan. de 2026

REDUÇÃO DE GASTOS E SUPERÁVIT FISCAL

 

 

REDUÇÃO DE GASTOS E SUPERÁVIT FISCAL

algumas sugestões cidadãs

 

 

1)                Revisar o quadro de pessoal em todos os ministérios e demais órgãos federais, para eliminar eventuais sobreposições, excessos e carências, bem como redistribuir servidores, com vistas à eficácia, efetividade e eficiência

2)                Reduzir o número de servidores no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), de 1.007 para o mínimo realmente necessário

3)                Reduzir em 5%, anualmente, o total de gastos de custeio do Governo Federal, durante 5 anos

4)                Priorizar reuniões virtuais

5)                Restringir viagens de servidores a situações comprovadamente essenciais

6)                Racionalizar o uso de aviões da FAB, reduzir pelo menos 50% das viagens ministeriais e otimizar agendas com múltiplas autoridades por deslocamento

7)                Realizar aprimoramento contínuo de controles dos programas sociais, corrigir irregularidades e impossibilitar o uso indevido por prefeituras

8)                Restringir o uso do cartão Bolsa Família à compra de alimentos; avaliar possibilidade de estabelecer pequeno percentual para outras finalidades específicas (moradia, por exemplo) a fim de não penalizar famílias

9)                Cruzar CPFs de beneficiários do Bolsa Família, Seguro Defeso, BPC e outros programas sociais, com as chaves PIX que recebam créditos mensais superiores a R$ 5 mil, em parceria com o COAF

10)            Cruzar também informações recebidas mensalmente das Secretarias Municipais e Estaduais de Educação e Saúde, sobre presença escolar inferior a 90%, aproveitamento inferior a 60%, bem como vacinas, consultas e exames, para comprovar o enquadramento correto dos inscritos nos programas sociais

11)            Implementar a inclusão/atualização de beneficiários no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) pelo aplicativo ou site “GOV.BR” (pessoas com dificuldade de acesso serão auxiliadas pelo Ministério Público ou Defensoria Pública)

12)            Revisar, de forma rigorosa, com acompanhamento do Ministério Público, todos os benefícios concedidos pelo Seguro Defeso, para comprovar a efetiva ocupação em atividade pesqueira, individual e presencialmente, por diversos meios de prova e não apenas por “documentos”

13)            Realizar avaliação técnica da eficácia de desonerações, incentivos e isenções fiscais, bem como impactos positivos na produção, renda, tributos e emprego; tornar público esses resultados, com ampla divulgação, para convencer o congresso, lobistas, empresas a população

14)            Para novos títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, fixar vencimentos com prazos entre 5 e 50 anos

15)            Realizar estudos técnicos para fundamentar a possibilidade do Conselho Monetário Nacional – CMN alterar a meta de inflação para 4%. De junho/1994 a novembro/2025, somente em 1998, 2º semestre/2017 e de agosto a outubro/2023, a inflação anual (IPCA) foi inferior a 3%. Ou seja, não justifica nem faz sentido meta de 3%

16)            Fazer cumprir efetivamente os objetivos da Lei Complementar 179, de 24-02-2021, ou seja, assegurar a estabilidade de preço; zelar pela estabilidade e eficiência do sistema financeiro; suavizar as flutuações do nível de atividade econômica; e fomentar o pleno emprego. Atualmente o BACEN atende apenas a interesses de rentistas e especuladores. Ao CMN compete estabelecer as metas. O Presidente do Banco Central do Brasil deve prestar contas ao Senado Federal, em arguição pública

17)            Revisar a metodologia do "Boletim Focus" e dar transparência aos processos de pesquisa, tabulação, análise e divulgação, deixando explícito que a síntese do Focus é a perspectiva de instituições consultadas ou posicionamento técnico institucional

18)            Revisar com lupa as contas públicas a fim de que se possa caminhar para a redução gradual da taxa básica de juros para 9%, até Junho/2026; Selic elevadíssima só beneficia rentistas e faz crescer exponencialmente a dívida pública, mas sem investimento produtivo (infraestrutura, geração de renda, tributos, PIB etc)

19)            Reduzir em 5%, anualmente, os gastos do Legislativo, durante 5 anos

20)            Reduzir em 5%, anualmente, os gastos do Judiciário, durante 5 anos

21)            Alterar o artigo 19 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000), para limitar gastos com pessoal a: 20% na União, 30% nos Estados e 40% nos Municípios (atualmente os limites são 50% na União e 60% em Estados e Municípios: nada sobra para investimento)

22)            Extinguir propaganda e publicidade com recursos públicos, nos 3 níveis de governo, e realizar apenas divulgações de utilidade pública, sem ônus, por intermédio das concessões públicas de Rádio e TV. Definir, de forma clara e objetiva, o que exatamente se caracteriza como utilidade pública, para evitar interpretações equivocadas

23)            Limitar a 5% do Orçamento Geral da União - OGU os gastos com juros e amortizações da dívida pública

24)            Aprovar o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 8, de 2025, para fixar limite global ao montante da dívida consolidada da União, conforme o artigo 52, inciso VI, da Constituição Federal

25)            Reduzir em 20%, anualmente, gastos tributários (desonerações, incentivos, isenções fiscais) e não renovar nem prorrogar essas elisões até zerar o valor atual. De acordo com a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco Nacional), esses valores devem chegar a R$ 618,4 bilhões em 2026 — ou quase quatro vezes o orçamento previsto para o Bolsa Família (R$ 158 bilhões)

26)            Estabelecer regras e parâmetros para futura concessão de novos incentivos fiscais efetivamente necessários, principalmente ligados a Inovação Tecnológica, Sustentabilidade, geração de renda, empregos, tributos, exportação, etc

27)            Reduzir em 50% as verbas e auxílios parlamentares, inclusive gabinetes

28)            Diminuir em 50% os recursos destinados aos fundos partidário e eleitoral

29)            Extinguir o pagamento de pensão a dependentes de militar expulso ou que perdeu posto e patente

30)            Abolir o recesso de juízes, promotores e serventuários, para cada um utilizar apenas 30 dias de férias anuais, como qualquer trabalhador, conforme escala e não de forma coletiva prejudicando a população

31)            Alterar a Lei nº 9.249/1995 para tributar lucros mensais acima de R$ 50 mil, dividendos, remessas ao exterior e ganhos com especulação sobre títulos da dívida pública. 3 países (Brasil, Estônia e Letônia) são frequentemente citados como os únicos que não tributam lucros e dividendos na distribuição a acionistas

32)            Cobrar IPVA relativo a helicópteros, lanchas, iates e jatinhos — veículos que devem ser tributados tal como automóveis e motocicletas

33)            Regulamentar o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), como previsto no art. 153, inciso VII, da Constituição Federal, cuja omissão motivou a ADO 31 no Supremo Tribunal Federal

34)            Revogar os parágrafos 9º ao 20 do Artigo 166 da Constituição Federal, porque inconstitucionais, e abolir as emendas parlamentares no formato ora praticado, ou seja, recursos públicos distribuídos sem transparência nem critério técnico, sem vínculo a política pública estruturada nem rastreabilidade, com desvios de finalidade, fraudes, obras suspeitas, passíveis de corrupção, empresas de fachada, sem prestação de contas, sem qualquer efetividade nem eficácia e incompatíveis com o Plano Plurianual (PPA)

35)            Esclarecer de forma ampla que as emendas de competência do Legislativo são apenas as estabelecidas no Art. 166 da Carta Magna:

Os projetos de lei relativos ao orçamento anual serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional.

§ 1º Caberá a uma Comissão mista permanente de Senadores e Deputados:

                                                    I.    examinar e emitir parecer sobre os projetos referidos neste artigo e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente da República;

                                                   II.    examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento e a fiscalização orçamentária.

§ 2º As emendas serão apresentadas na Comissão mista, que sobre elas emitirá parecer, e apreciadas, na forma regimental, pelo Plenário das duas Casas do Congresso Nacional.

§ 3º As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadas caso:

                                                    I.    sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias;

                                                   II.    indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de anulação de despesa

                                                 III.    sejam relacionadas com:

a)     a correção de erros ou omissões; ou

b)     os dispositivos do texto do projeto de lei.

 

Edivan Batista Carvalho

edivanbatista@yahoo.com.br

whatsapp 85-9-9935-7364

Fortaleza, Ceará

 

 

3 de jan. de 2026

premiação de loterias

 

 

O prêmio da Mega Sena corresponde a 43,79% da arrecadação. Dessa parte, 40% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (Sena); 13% entre os acertadores da Quina; 15% entre os acertadores da Quadra; 22% ficam acumulados; e 10% para Mega da Virada.

 

Entendemos que essa premiação poderia contribuir para melhorar a distribuição de renda no Brasil se ampliar a quantidade de beneficiários, de forma proporcional aos números acertados.

 

Sugerimos que o percentual de 68%, rateado na forma atual, passe a ser distribuído da seguinte forma: 50% entre os acertadores da sena; 19% entre os que acertam a quina; 14% para os que acertam a quadra; 8% entre os acertadores de 3 números; 6% entre os que acertam 2 números; e 3% para quem acertar 1 número.

 

A mesma lógica deveria ser aplicada a todas as modalidades de loterias geridas pela Caixa, com os ajustes necessários a cada especificidade.

 

Desa forma, será mais democrático e aumentará o número de apostadores diante da perspectiva de ganhar algum valor, mesmo acertando apenas uma dezena no sorteio.

 

No formato atual, na última Mega da Virada, cada um dos 6 acertadores na sena receberam R$ 181.892.881,09; os 3.921 na quina R$ 11.931,42 e os 308.315 na quadra R$ 216,76.

 

Com a proposta, o valor destinado a cada um desses grupos de ganhadores, respectivamente, seria R$ 100.414.228,65; R$ 58.389,30 e R$ 547,15, ou seja, apenas o grupo daqueles que acertaram os seis números ganhariam um valor menor, porém ainda muito representativo, enquanto os outros dois grupos teriam um ganho acentuado.

 

Na hipótese de 800.000 acertassem 3 números, cada um receberia R$ 120,50; se 1.500.000 pessoas cravassem apenas 2 dezenas, cada um ganharia R$ 48,20; e se 3 milhões de apostadores só conseguisse acertar 1 número, cada um deles receberia R$ 12,05. Ou seja, esses pequenos valores ajudariam bastante.

 

28 de dez. de 2025

“O CONTO DA AIA

 

“O CONTO DA AIA, de Margaret Atwood, retrata um futuro próximo em que os Estados Unidos foram transformados na República de Gilead, um regime totalitário teocrático criado após uma grave crise ambiental e de fertilidade.

Nesse sistema, a sociedade é rigidamente hierarquizada e as mulheres perdem todos os direitos civis: não podem trabalhar, estudar, possuir bens ou decidir sobre seus próprios corpos.

As chamadas “AIAS” são mulheres férteis obrigadas a gerar filhos para casais da elite governante. Elas vivem sob vigilância constante e são submetidas a rituais de estupro institucionalizados, justificados como dever religioso.

A protagonista narra sua rotina, suas memórias do passado e seus pensamentos íntimos, misturando lembranças pessoais com a descrição fria da opressão cotidiana, o que dá ao livro um tom que oscila entre romance e relato de sobrevivência.

A mensagem central de Atwood é um alerta: regimes autoritários não surgem de repente, mas se instalam pouco a pouco, quando a sociedade aceita a perda de direitos em nome da ordem, da segurança ou da moral.

O livro mostra como o fanatismo religioso, o controle político e a indiferença coletiva podem destruir liberdades básicas, especialmente das mulheres.

Ao exagerar tendências reais da história e do presente, a autora convida o leitor a reconhecer os sinais do autoritarismo antes que seja tarde.”

(Chat GPT)

13 de dez. de 2025

DOMINIONISMO: UM RISCO SILENCIOSO À DEMOCRACIA BRASILEIRA

 

DOMINIONISMO: UM RISCO SILENCIOSO À DEMOCRACIA BRASILEIRA

 

Um conceito pouco conhecido do grande público passou a influenciar a política no Brasil: o dominionismo.

 

Trata-se de corrente ideológica de origem religiosa que defende que grupos cristãos devem “dominar” ou controlar áreas centrais da sociedade — como política, educação, justiça, mídia e cultura — para impor valores bíblicos ao conjunto da população.

 

O problema não é a fé, nem a participação legítima de religiosos na vida pública. O risco surge quando uma crença específica busca se transformar em projeto de poder, enfraquecendo a democracia, o Estado laico e o direito de cada cidadão pensar e viver de forma diferente.

 

O dominionismo nasceu nos Estados Unidos e ganhou força em setores evangélicos conservadores. No Brasil, encontrou terreno fértil com o crescimento político de lideranças religiosas que misturam discurso espiritual com estratégia eleitoral. A linguagem costuma ser simples, emocional e moralizante: fala-se em “guerra espiritual”, “salvar a nação”, “restaurar valores”, enquanto se atacam direitos civis, a ciência, a educação plural e as instituições democráticas.

 

Na prática, essa ideologia atua por meio da ocupação de cargos públicos, pressão sobre o Congresso, uso de igrejas como palanques eleitorais e disseminação de medo e desinformação. O objetivo é substituir o diálogo democrático por uma visão única de mundo, onde quem discorda é tratado como inimigo de Deus, da família ou da pátria.

 

Com as eleições de 2026 se aproximando, o alerta ao enorme perigo é urgente!

 

O dominionismo não se apresenta de forma explícita. Ele se esconde em discursos de “bons costumes”, “autoridade divina” e “ordem moral”, mas seus efeitos podem ser graves: exclusão de minorias, restrição de liberdades, enfraquecimento da Constituição e risco de autoritarismo.

 

Defender a democracia não é ser contra a religião. É proteger o direito de todos — religiosos ou não — viverem sob leis justas, iguais e laicas. Vigilância, informação e voto consciente são hoje as melhores defesas contra projetos que ameaçam transformar a fé em instrumento de dominação política.

 

Edivan Batista Carvalho

Fortaleza (CE)

Com subsídios obtidos no chat-gpt

 

 

 


 

Subsídios e referências:

 

DOMINIONISMO

 

O que é e de onde vem

Dominionismo (ou dominion theology) é um conjunto de correntes religiosas e políticas que defendem que cristãos devem exercer influência —por vezes controle— sobre as principais esferas da sociedade (família, educação, mídia, política, economia, artes e religião) para instaurar valores bíblicos na vida pública. Tem raízes em movimentos norte-americanos do século XX, especialmente em correntes como o Christian Reconstructionism e versões carismáticas chamadas Kingdom Now ou New Apostolic Reformation. (Wikipedia)

 

Objetivos e motivação

O objetivo central é transformar a sociedade segundo uma leitura literal ou política da Bíblia: fortalecer leis e instituições que reflitam esses valores e reduzir a separação entre Estado laico e religião. Para alguns ramos (mais "duros") há também a defesa explícita de leis inspiradas no Antigo Testamento (theonomy); para ramos mais "brandos" o foco é na influência cultural e eleitoral. (politicalresearch.org)

 

Como atua na prática

As práticas incluem: formação de redes políticas e empresariais, ação direta em partidos e parlamentos, mobilização eleitoral de igrejas, criação de think tanks e mídia afim, pressão por políticas públicas (educação, família, censura moral), e ocupação de cargos públicos com aliados. Em contextos carismáticos há ainda uma linguagem espiritualizada —guerra espiritual, domínio das “sete esferas”— que mistura retórica religiosa, estratégias organizacionais e ativismo político. (politicalresearch.org)

 

Exemplos & presença no Brasil e no mundo

No mundo, o fenômeno é mais estudado nos EUA, onde influenciou parte do movimento da Direita religiosa. No Brasil, acadêmicos identificam variantes do dominionismo vinculadas a setores evangélicos que cresceram nos últimos anos e que estabeleceram alianças políticas com governos e partidos conservadores, influenciando agendas sobre educação, direitos civis e políticas públicas. Esse alinhamento é discutido em estudos sobre a emergência do conservadorismo evangélico na política brasileira. (SciELO Brasil)

 

Linguagem e abordagem

A linguagem dominionista costuma ser afirmativa e moral: apela à restauração de uma ordem “natural” ou “bíblica”, usa termos como “guerra espiritual”, “reconstrução” ou “domínio” e valoriza líderes carismáticos. Politicamente, alterna entre estratégia institucional (lobby, eleições) e mobilização de base (cultos, mídias sociais, pastoralismo político). (Wikipedia)

 

Riscos e críticas

Críticos apontam riscos à democracia —erosão da laicidade do Estado, exclusão de minorias religiosas e direitos civis, limitação de pluralismo e potencial de intolerância— além de debates sobre interpretação teológica. Há também preocupações sobre a mistura entre poder econômico, religioso e político e, em casos extremos, ligações a práticas autoritárias ou violência. Acadêmicos e organizações alertam para a necessidade de vigilância democrática sem estigmatizar crentes individualmente. (Oxford Research Encyclopedia)

 

Leituras complementares

  • Garrard, V. (2020). Hidden in Plain Sight: Dominion Theology, Spiritual Warfare and the Making of the Christian Right. Religions (artigo acadêmico). (MDPI)
  • Burity, J. (2021). “The Brazilian Conservative Wave…” (artigo no Scielo sobre o papel evangélico na política). (SciELO Brasil)
  • Oxford Research / Oxford Reference — verbete Christian Dominionism (síntese confiável). (Oxford Research Encyclopedia)
  • OUP / capítulos sobre Christian Reconstructionism (contexto teológico e histórico). (OUP Academic)
  • Artigos acadêmicos e ensaios de revistas brasileiras: PUC-SP, PUCRS (análises sobre “teologia do domínio” no Brasil). (Revistas PUC-SP)
  • Wikipedia — artigo “Dominion theology” (boa visão geral e referências). (Wikipedia)
  • Political Research / “Dominionism Rising” (análise política e exemplos de ativismo). (politicalresearch.org)
  • MDPI — artigo acadêmico sobre o fenômeno e suas implicações. (MDPI)
  • Scielo/Papers acadêmicos sobre evangélicos e política no Brasil. (SciELO Brasil)
  • Estudos e relatórios universitários (PUC, PUCRS) que discutem o conceito no contexto brasileiro. (Revistas PUC-SP)

 

 

 

16 de set. de 2025

BOLETIM FOCUS

O Banco Central consulta, semanalmente, diversas instituições sobre as expectativas do "mercado" e, a cada semana, a "Selic" elevadíssima beneficia rentistas e faz crescer exponencialmente a dívida pública, mas sem investimento produtivo (infraestrutura, geração de renda, tributos, PIB etc).


Dessa forma, é urgente revisar a metodologia do "Boletim Focus" e dar transparência aos processos de pesquisa, tabulação, análise e divulgação, deixando explícito que a síntese do Focus é a perspectiva de instituições consultadas ou posicionamento do BACEN.

Enquanto isso, o Projeto de Resolução do Senado (PRS) nº 8, de 2025, pretende fixar limite global para o montante da dívida consolidada da União, conforme preceitua o artigo 52, inciso VI, da Constituição Federal.

4 de set. de 2025

Starlink

 

Por meio do ACÓRDÃO Nº 91, DE 08 -04-2025 (Processo 53500.114602/2023-73), a Anatel aprovou a ampliação da operação da STARLINK BRAZIL HOLDING LTDA, CNPJ nº 39.523.686/0001-30, até 2027.

 O Direito de Exploração vigente contempla 4.408 satélites. Com a decisão, a Starlink pode acrescentar mais 7.500 novos satélites para operar no Brasil.

Será que o judiciário conseguirá suspender o acesso a redes sociais e plataformas, como aconteceu com o "X"/Twitter ??????


22 de ago. de 2025

TOLERÂNCIA

 Atribui-se a Evelyn Beatrice Hall, interpretando o pensamento de Voltaire (François-Marie Arouet), com influência posterior de Karl Popper, a recomendação de que "devemos reservar, em nome da tolerância, o direito de não tolerar o intolerante, e exigir que qualquer movimento que pregue a intolerância fique à margem da lei e qualquer incitação à intolerância seja considerada criminosa”.

 

Nesse sentido, MAS SEM CENSURA PRÉVIA, TV, rádio, portais e imprensa em geral (sérios, comprometidos com os fatos), não deveriam dar relevância, holofote, palco e muito espaço para traidores da pátria, golpistas, entreguistas, fascistas, autoritários, ditadores, tiranos, promotores de ódio, ignóbeis, biltres, cretinos, basculhos, charlatões, embusteiros, trapaceiros, farsantes, bucaneiros, chantagistas, delinquentes, sociopatas, covardes, negacionistas, inelegíveis e similares!

 

Parece desnecessário, mas relembramos:

 

1. Traidores da pátria

Pessoas que agem contra os interesses e a soberania do próprio país, favorecendo forças ou potências externas ou buscando destruir o Estado de Direito.

 

2. Golpistas

Indivíduos ou grupos que tentam derrubar, modificar ou usurpar o governo de forma ilegal, geralmente por meio de golpe de Estado ou conspiração.

 

3. Entreguistas

Aqueles que, por interesse próprio ou ideologia, cedem o controle de recursos estratégicos, empresas ou decisões nacionais a potências estrangeiras, em detrimento dos interesses do país.

 

4. Fascistas

Adeptos ou defensores do fascismo — ideologia autoritária, ultranacionalista, antidemocrática, centralizadora e, em geral, violenta contra opositores e minorias.

 

5. Autoritários

Pessoas que defendem ou exercem poder de forma concentrada, impondo decisões sem participação ou respeito às liberdades individuais e institucionais.

 

6. Ditadores

Governantes que concentram poder absoluto, sem limites constitucionais efetivos, governando por decreto e frequentemente reprimindo oposição e direitos civis.

 

7. Tiranos

Líderes ou autoridades que exercem poder de forma opressora e cruel, abusando de sua posição para prejudicar ou subjugar a população.

 

8. Promotores de ódio

Aqueles que incentivam ou propagam hostilidade, preconceito e violência contra pessoas ou grupos, fomentando divisões sociais.

 

9. Ignóbeis

Indivíduos moralmente baixos, vis, indignos, sem princípios éticos.

 

10. Biltres

Pessoas desonestas, vis e indignas de confiança; termo mais usado em tom literário ou erudito.

 

11. Cretinos

No uso coloquial, pessoas tolas, desprezíveis ou de conduta reprovável; no uso histórico, também ligado a doença (cretinismo), mas atualmente empregado como insulto.

 

12. Basculhos

Gíria/regionalismo (principalmente no Nordeste e no Rio de Janeiro) para “lixo” ou “resto” — usada para designar alguém como desprezível ou sem valor moral.

 

13. Charlatões

Aqueles que fingem ter conhecimentos, habilidades ou poderes especiais para enganar e obter vantagens pessoais.

 

14. Embusteiros

Pessoas que enganam deliberadamente, inventando ou distorcendo informações para manipular os outros.

 

15. Trapaceiros

Quem recorre a fraudes, artifícios ou desonestidade para obter vantagem indevida.

 

16. Farsantes

Indivíduos que se passam por algo que não são, sustentando uma imagem ou papel falso para enganar.

 

17. Bucaneiros

Historicamente, piratas ou saqueadores; no uso figurado, exploradores oportunistas que se aproveitam de situações para obter lucro indevido.

 

18. Chantagistas

Quem ameaça revelar informações ou causar dano a alguém para obter dinheiro, favores ou vantagens.

 

19. Delinquentes

Pessoas que cometem crimes ou atos ilícitos, violando leis penais.

 

20. Sociopatas

Indivíduos com transtorno de personalidade antissocial, caracterizados por desprezo às leis e normas, impulsividade, manipulação e ausência de empatia.

 

21. Covardes

Pessoas que agem com medo excessivo ou evitam enfrentar situações difíceis, muitas vezes fugindo de responsabilidades ou abandonando aliados.

 

22. Negacionistas

Aqueles que rejeitam ou negam fatos comprovados por evidências, como dados científicos ou históricos, por ideologia, interesse ou crença pessoal.

 

23. Inelegíveis

Pessoas legalmente impedidas de concorrer a cargos eletivos, seja por condenações, inelegibilidade prevista em lei ou falta de requisitos constitucionais.