“O
CONTO DA AIA, de Margaret Atwood, retrata um futuro próximo em
que os Estados Unidos foram transformados na República de Gilead, um regime
totalitário teocrático criado após uma grave crise ambiental e de fertilidade.
Nesse sistema, a
sociedade é rigidamente hierarquizada e as mulheres perdem todos os direitos
civis: não podem trabalhar, estudar, possuir bens ou decidir sobre seus
próprios corpos.
As chamadas “AIAS” são
mulheres férteis obrigadas a gerar filhos para casais da elite governante. Elas
vivem sob vigilância constante e são submetidas a rituais de estupro
institucionalizados, justificados como dever religioso.
A protagonista narra
sua rotina, suas memórias do passado e seus pensamentos íntimos, misturando
lembranças pessoais com a descrição fria da opressão cotidiana, o que dá ao
livro um tom que oscila entre romance e relato de sobrevivência.
A mensagem central de
Atwood é um alerta: regimes autoritários não surgem de repente, mas se instalam
pouco a pouco, quando a sociedade aceita a perda de direitos em nome da ordem,
da segurança ou da moral.
O livro mostra como o
fanatismo religioso, o controle político e a indiferença coletiva podem
destruir liberdades básicas, especialmente das mulheres.
Ao exagerar tendências
reais da história e do presente, a autora convida o leitor a reconhecer os
sinais do autoritarismo antes que seja tarde.”
(Chat GPT)
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