23 de mar. de 2026

ACESSO AO AEROPORTO

 


O acesso ao Aeroporto Internacional Pinto Martins, pela BR-116 e CE-401, apresenta problemas estruturais e de segurança que comprometem a mobilidade e a imagem de Fortaleza perante turistas e visitantes. O trecho próximo ao viaduto encontra-se mal iluminado, com buracos, pista irregular, sinalização deficiente, vegetação alta e nada que destaque a cidade, fatores que aumentam riscos de acidentes, assaltos, transmitem má impressão e revelam descaso.

 

Entre as medidas necessárias estão:

·        Infraestrutura: recapeamento, correção de desnivelamentos e manutenção preventiva;

·        Segurança: iluminação fosforescente reforçada, policiamento ostensivo e sinalização clara;

·        Estética e funcionalidade: poda regular da vegetação, pintura fosforescente do meio-fio e alargamento da entrada da Av. Senador Carlos Jereissati a partir da marginal da BR116 (Aerolândia).

 

Essas ações demandam atuação coordenada entre Prefeitura, Estado e órgãos federais, como o DNIT, garantindo que o principal acesso ao aeroporto esteja à altura da importância da capital cearense como destino turístico e centro econômico.

 

Edivan Batista Carvalho

Centro, Fortaleza (CE)

9 de mar. de 2026

FORTALEZA SEM SILÊNCIO

 


 

A poluição sonora em Fortaleza tornou-se um problema grave e cotidiano. Automóveis e motocicletas com escapamentos adulterados ou inexistentes, além de equipamentos de som em volume excessivo, circulam livremente pelas ruas, sem fiscalização efetiva.

 

O resultado é um ambiente urbano marcado pelo barulho constante, que compromete o descanso, o sono e a saúde da população — especialmente de idosos, crianças e pessoas com transtorno do espectro autista.

 

Apesar da gravidade da situação, a sensação é de que autoridades e órgãos responsáveis vivem isolados da realidade, alheios ao impacto que o excesso de ruído causa na vida dos cidadãos.

 

O Código de Trânsito Brasileiro (artigo 230, incisos VII e XI) prevê penalidades claras para veículos em condições irregulares, incluindo multas, recolhimento do veículo e suspensão da CNH.

 

No entanto, não se percebe a aplicação dessas medidas.

 

A Prefeitura de Fortaleza dispõe de estrutura administrativa, equipamentos e pessoal capazes de enfrentar o problema. O que falta é ação efetiva, fiscalização contínua e compromisso com a qualidade de vida da população.

 

Não sei onde moram as autoridades de Fortaleza, mas parece que em alguma redoma muito protegida de barulho. Parece que são surdos ou fazem de conta que o problema não existe.

 

O silêncio não é luxo: é direito.

 

Edivan Batista Carvalho

Centro – Fortaleza (CE)