29 de abr. de 2026

APLICATIVO PÚBLICO DE MOBILIDADE URBANA

 APLICATIVO PÚBLICO DE MOBILIDADE URBANA


Com o avanço das tecnologias digitais e a crescente acessibilidade da população a dispositivos móveis, há uma oportunidade concreta e estratégica para o Governo do Brasil fomentar a criação de um aplicativo público de mobilidade urbana, híbrido ou regulado, com infraestrutura pública e participação das Universidades e Institutos Federais. 

 

Referido aplicativo deve ser voltado a motoristas e passageiros em deslocamentos urbanos, funcionando como alternativa ou complemento a aplicativos existentes (como Uber e 99) e tem como objetivos centrais: garantir melhor remuneração aos trabalhadores, reduzir custos para os usuários e assegurar maior transparência regulatória.

 

Dessa forma, apresentamos a seguinte proposta de Política Pública com o objetivo de criar um Aplicativo Público de Mobilidade Urbana no Brasil:

 

1. Objetivos

a)    Criar um aplicativo público de mobilidade urbana para motoristas e passageiros;

b)    Garantir remuneração justa aos trabalhadores do setor;

c)     Oferecer tarifas mais acessíveis à população;

d)    Integrar o transporte individual por aplicativo às políticas municipais de mobilidade;

e)    Promover transparência regulatória e participação social na governança;

f)      Articular prefeituras, respeitando a autonomia local e integrando-se às políticas de transporte público.

 

2. Justificativa

a)    Foco em soberania digital e transparência;

b)    Aplicativos privadas concentram poder econômico e definem unilateralmente taxas e tarifas;

c)     O setor de mobilidade por aplicativos movimenta bilhões de reais por ano e envolve mais de 1 milhão de motoristas cadastrados (IBGE, ANTP);

d)    Experiências nacionais e internacionais demonstram que modelos regulados ou públicos podem reduzir custos e aumentar ganhos dos trabalhadores;

e)    Em cidades como Fortaleza, o uso de aplicativos já representa mais de 30% dos deslocamentos individuais urbanos;

f)      Modelos alternativos, como o Karvago, mostram que a redução de taxas para motoristas pode aumentar ganhos em até 20% por corrida;

g)    Estimativas de mercado estimam que, em 2025, mais de 1,2 milhão de motoristas e entregadores utilizaram esses apps, movimentando mais de R$ 2 bilhões;

h)    A Lei nº 12.587/2012 (Política Nacional de Mobilidade Urbana) atribui aos municípios a competência de organizar e fiscalizar o transporte urbano, o que abre espaço para soluções públicas ou híbridas.

 

3. Fundamentação Jurídica

a)    Projeto de Lei nº 1.498/2025 – disciplina o transporte privado individual de passageiros;

b)    Lei nº 12.587/2012 – Política Nacional de Mobilidade Urbana;

c)     Lei nº 12.468/2011 – Profissão de Taxista, referência para regulamentação de motoristas de aplicativos;

d)    Constituição Federal, art. 30, V – competência dos municípios para organizar serviços públicos locais.

 

4. Estrutura Técnica

a)    Aplicativo nacional interoperável, com adesão voluntária dos municípios;

b)    Infraestrutura digital robusta;

c)     Uso de infraestrutura já existente;

d)    Política de dados abertos;

e)    Geolocalização e interoperabilidade com transporte público;

f)      Ferramenta segura de meios de pagamento;

g)    Governança transparente e participativa, incluindo representantes de motoristas, usuários e gestores públicos na definição de regras e fiscalização;

h)    Modelo econômico sustentável, que equilibre tarifas acessíveis com remuneração justa.

 

5. Experiências relacionadas

a)    Recife (PE): parceria com o app Cittamobi, integrando transporte público e empregabilidade;

b)    Manaus (AM): Plataforma nacional (BRMOVI) com reinvestimento local e governança participativa. Projeto-piloto em operação com impacto econômico e social já mensurado;

c)     Viçosa (MG): Aplicativo municipal (PMVmob) sem taxa para motoristas, com retenção mínima (1%) para manutenção do Projeto;

d)    Karvago (Brasil): aplicativo nacional com taxas menores para motoristas e gestão regionalizada;

e)    Em diversas cidades (interior de SP, CE, PR, etc) operam Apps regionais baseados na plataforma “Machine”, solução tecnológica que permite centrais de táxi e mototáxi operarem com marca própria;

f)      Barcelona (Espanha): regulação municipal rigorosa sobre aplicativos de transporte, exigindo licenças específicas;

g)    Paris (França): integração de aplicativos privados com transporte público via subsídios e regulamentação;

h)    Nova York (EUA): a Taxi & Limousine Commission regula tarifas e licenças, incluindo serviços digitais.

 

6. Impactos Econômicos e Sociais

a)    Motoristas: aumento da renda líquida em até 20% por corrida, pela redução de taxas administrativas;

b)    Usuários: tarifas mais acessíveis;

c)     Municípios: maior controle sobre mobilidade urbana e possibilidade de integração com transporte público;

d)    Sociedade: redução da desigualdade de acesso à mobilidade, estímulo à economia local e fortalecimento da regulação pública;

e)    Manaus (BRMOVI): Redução de 20% nas taxas cobradas dos profissionais; Aumento de 30% na renda média dos motoristas; Reinvestimento local de R$ 2 milhões no primeiro ano;

f)      Viçosa (PMVmob): Taxa fixa zerada para motoristas; Apenas 1% de retenção para manutenção do App; Recursos excedentes destinados a um Fundo de Valorização do Motorista; Ferramentas obrigatórias de segurança (botão de emergência, compartilhamento de rota);

g)    Plataforma Machine (apps regionais): Permite que grupos locais de motoristas ou centrais de táxi/mototáxi criem seus próprios aplicativos.

 

7. Plano de Implementação

a)    Estudo de viabilidade técnica e econômica em parceria com universidades e órgãos de transporte, considerando:

                                    I.        Custo de desenvolvimento e manutenção; 

                                  II.        Risco de baixa adesão; 

                                III.        Competição com grandes players; 

                                IV.       Judicialização por empresas privadas;

                                 V.        Adesão inicial de motoristas; 

                                VI.       Sustentabilidade financeira; 

                              VII.       Concorrência com plataformas consolidadas;

                            VIII.       Necessidade de governança eficiente;

b)    Projeto-piloto em capitais;

c)     Integração gradual com sistemas municipais de transporte público;

d)    Avaliação periódica com indicadores de custo, remuneração e satisfação dos usuários;

e)    Expansão nacional com base nos resultados dos projetos-piloto.

 

8. Referências

a)    Lei nº 12.587/2012 – Política Nacional de Mobilidade Urbana;

b)    Lei nº 12.468/2011 – Profissão de Taxista;

c)     Câmara dos Deputados – Projeto de Lei nº 1.498/2025;

d)    ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos;

e)    IBGE – Estatísticas de Mobilidade Urbana;

f)      Cittamobi – Plataforma de mobilidade urbana;

g)    Karvago – Aplicativo nacional de transporte.






28 de abr. de 2026

Banco Central e CVM, atenção necessária!

 Banco Central e CVM, atenção necessária!


É imprescindível que os órgãos reguladores intensifiquem a fiscalização sobre entidades que oferecem produtos financeiros com promessa de rentabilidade acima do CDI.

Nos termos da Lei nº 4.595/1964, compete ao Banco Central do Brasil autorizar e supervisionar instituições financeiras. 

Já a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), conforme a Lei nº 6.385/1976, é responsável por disciplinar e fiscalizar o mercado de valores mobiliários, incluindo ofertas públicas de investimento.
Promessas de ganhos elevados e sem lastro podem configurar crime contra a economia popular, tipificado no art. 2º da Lei nº 1.521/1951, que trata das chamadas pirâmides financeiras

Tais práticas também violam o princípio da transparência e da boa-fé objetiva previsto no Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990).

Portanto, cabe ao BACEN e à CVM agir de forma coordenada para proteger pequenos investidores, coibir práticas fraudulentas e assegurar a estabilidade do sistema financeiro nacional.


EB PARCERIAS Soluções Financeiras para Crescimento, Eficiência e Resultado

 

EB PARCERIAS

Soluções Financeiras para Crescimento, Eficiência e Resultado

 

A EB Parcerias apoia empresas na melhoria de resultados, acesso a crédito e tomada de decisão estratégica, por meio de soluções financeiras estruturadas, práticas e orientadas a resultados.

Atuamos de forma próxima ao cliente, com visão analítica e foco na geração de valor, contribuindo para o crescimento sustentável e a eficiência financeira das organizações.

 


 

1. CAPTAÇÃO DE RECURSOS

O que é

Estruturação e intermediação de operações de crédito e financiamento para empresas.

Para quem é

Empresas que precisam de capital de giro, investimentos, expansão ou reestruturação financeira, com faturamento mensal acima de R$ 1 milhão.

Problemas que resolve

  • Dificuldade de acesso a crédito
  • Condições financeiras inadequadas
  • Falta de estrutura para negociação com bancos

Benefícios

  • Acesso aos principais bancos de primeira linha, fundos, parceiros financeiros e relacionamento
  • Melhores condições de crédito
  • Apoio técnico na tomada de decisão
  • Maior eficiência no processo de captação

Como funciona

  • Análise cadastral, financeira e de crédito
  • Estruturação da operação
  • Elaboração de apresentação econômico-financeira
  • Intermediação com bancos e parceiros
  • Avaliação de propostas e simulações
  • Apoio na negociação e fechamento

 


 

2. DIAGNÓSTICO ECONÔMICO-FINANCEIRO

O que é

Um check-up completo da saúde financeira da empresa.

Para quem é

Empresas que desejam melhorar desempenho, reduzir riscos e tomar decisões mais seguras que possuam escrita contábil organizada (Balanço e DRE).

Problemas que resolve

  • Falta de clareza sobre a situação financeira
  • Baixa rentabilidade

·        Necessidade de constante avaliação de desempenho da empresa

·        Aprofundar o conhecimento sobre a saúde financeira do negócio

·        Necessidade de apoio de profissionais especializados

Benefícios

  • Visão clara da situação atual

·        Acompanhamento efetivo do desempenho do negócio

  • Identificação tempestiva de:

                                 I.    Principais problemas

                               II.    Anomalias

                              III.    Fragilidades na estrutura de capital e endividamento

                             IV.    Sinais de alerta na geração de caixa e nos resultados operacionais

                               V.    Riscos ocultos que podem comprometer a continuidade da empresa

                             VI.    Indicadores-chave de desempenho econômico-financeiro

  • Recomendações práticas e priorizadas

·        Subsidiar Planos de Ação focados em corrigir o que precisa ser melhorado

 

Como funciona

  • Análise de balanços e DRE
  • Avaliação de indicadores financeiros
  • Identificação de riscos e oportunidades
  • Elaboração de relatório objetivo com recomendações

 


 

3. PARTICIPAÇÃO DO CONSELHO CONSULTIVO

O que é

Acompanhamento contínuo da gestão financeira e estratégica da empresa.

Para quem é

Empresas que buscam suporte especializado para tomada de decisão e melhoria contínua de resultados.

Problemas que resolve

  • Acompanhamento gerencial não estruturado
  • Decisões sem base técnica consistente
  • Dificuldade em executar estratégias

Benefícios

  • Apoio estratégico contínuo
  • Monitoramento de desempenho
  • Maior disciplina de gestão
  • Melhoria consistente de resultados

Como funciona

  • Análise periódica de indicadores financeiros
  • Acompanhamento do fluxo de caixa e resultados
  • Apoio metodológico na construção de planos de ação
  • Reuniões mensais de avaliação e direcionamentos

 


 

4. ESTUDO DE VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA

O que é

Avaliação da viabilidade de novos projetos e investimentos.

Para quem é

Empresas e investidores que desejam implantar ou expandir negócios com segurança.

Problemas que resolve

  • Incerteza sobre retorno de investimentos
  • Falta de planejamento estruturado
  • Riscos financeiros não mapeados

Benefícios

  • Redução de riscos
  • Melhoria da tomada de decisão
  • Visão clara de retorno e viabilidade

Como funciona

  • Definição de escopo e premissas
  • Análise técnica e econômica
  • Projeção de resultados
  • Elaboração de estudo estruturado

 


 

5. VALUATION (AVALIAÇÃO DE EMPRESAS)

O que é

Determinação do valor econômico de empresas.

Para quem é

Empresas em processos de venda, entrada/saída de sócios, captação de recursos ou reorganização societária.

Problemas que resolve

  • Falta de referência de valor da empresa
  • Negociações sem base técnica
  • Risco de perda de valor em transações

Benefícios

  • Base técnica para negociações
  • Transparência e credibilidade
  • Melhor posicionamento estratégico

Como funciona

  • Análise do desempenho histórico
  • Avaliação da posição de mercado
  • Projeção de fluxo de caixa
  • Definição de cenários
  • Elaboração de relatório completo com metodologia e conclusões

 


 

6. CONSULTORIA EM GESTÃO FINANCEIRA

O que é

Apoio estruturado para organização e melhoria da gestão financeira.

Para quem é

Empresas que desejam aumentar eficiência, controles e rentabilidade.

Problemas que resolve

  • Desorganização financeira
  • Falta de controles e indicadores
  • Ineficiência de processos

Benefícios

  • Melhor controle financeiro
  • Aumento de previsibilidade
  • Redução de custos
  • Tomada de decisão mais eficiente

Como funciona

  • Diagnóstico da situação atual
  • Estruturação de controles financeiros
  • Implantação e acompanhamento de fluxo de caixa
  • Definição de indicadores e orçamento
  • Revisão de processos e rotinas
  • Reuniões periódicas de acompanhamento

 


 

7. ANÁLISE E REVISÃO DE CRÉDITO

O que é

Avaliação técnica para concessão de crédito a clientes.

Para quem é

Empresas que vendem a prazo e precisam reduzir riscos de inadimplência.

Problemas que resolve

  • Concessão de crédito sem critérios
  • Alto índice de inadimplência
  • Falta de padronização na análise

Benefícios

  • Redução de riscos
  • Maior segurança nas vendas
  • Padronização de processos

Como funciona

  • Análise cadastral
  • Avaliação conforme a Política de Crédito da empresa
  • Sugestão de limite de crédito
  • Emissão de parecer técnico

 


 

DIFERENCIAIS DA EB PARCERIAS:

  • Atuação prática e orientada a resultados
  • Experiência em operações financeiras e gestão
  • Relacionamento com instituições financeiras e mercado
  • Soluções personalizadas para cada cliente
  • Foco em geração de valor e crescimento sustentável

 

📧 eb@ebparcerias.com

📱 WhatsApp: 85-9-9935-7364 ou 85-9-8696-7909

🌐 www.ebparcerias.com

 

EB Parcerias

Soluções financeiras para decisões mais seguras e melhores resultados

 

ce-025

CE-025: O desabamento de um trecho da rodovia que liga Porto das Dunas a Fortaleza (CE) evidencia uma série de problemas estruturais e de gestão. 


Entre os principais pontos observados estão: camada de asfalto extremamente fina, ausência de base ou estrutura técnica adequada para uma obra sobre dunas sem sistema de drenagem eficaz, utilização de materiais diferentes dos especificados em projeto, execução em desacordo com normas técnicas e projetos de engenharia, além de falhas graves na fiscalização, possivelmente por omissão ou conivência.

Esses fatores indicam que o ocorrido não pode ser atribuído apenas às chuvas ou à ação da natureza, mas sim a deficiências humanas, técnicas e administrativas.








23 de abr. de 2026

Sugestão para a PEC sobre a Jornada de Trabalho:

 Sugestão para a PEC sobre a Jornada de Trabalho:


Art. X – A jornada de trabalho será fixada em até trinta e cinco horas semanais, observado o limite máximo de sete horas diárias.

§ 1º – As jornadas diferenciadas e os limites específicos de duração do trabalho serão disciplinados pela legislação própria aplicável a cada profissão regulamentada, bem como por convenções e acordos coletivos de trabalho.



Justificativa

A proposta busca alinhar a Constituição Federal às demandas contemporâneas de equilíbrio entre vida profissional e pessoal, saúde ocupacional e produtividade. A redução da jornada semanal para até 35 horas, com limite diário de 7 horas, segue tendências internacionais de flexibilização do tempo de trabalho, sem prejuízo da autonomia negocial coletiva e da legislação específica de categorias regulamentadas.

A medida contribui para:

• Proteção da saúde do trabalhador, reduzindo riscos de doenças ocupacionais e estresse.
• Aumento da produtividade, já demonstrado em experiências internacionais com jornadas reduzidas.
• Valorização da negociação coletiva, ao preservar espaço para ajustes específicos por categoria.
• Modernização constitucional, tornando o texto mais objetivo e sintético, sem detalhamentos excessivos.


---

Exposição de motivos

A tramitação da PEC exige clareza e concisão. A redação proposta concentra-se em dois pontos centrais: jornada semanal e jornada diária. Questões específicas permanecem sob regulação infraconstitucional e negociação coletiva, evitando engessamento constitucional e garantindo flexibilidade.

Essa simplificação facilita o debate parlamentar e a compreensão social da proposta, ao mesmo tempo em que assegura parâmetros gerais de proteção ao trabalhador.

---


📊 Estatísticas nacionais

• Constituição Federal (art. 7º, XIII): limite atual de 8h diárias e 44h semanais TST - Tribun....
• PNAD Contínua (IBGE): média de horas efetivamente trabalhadas gira em torno de 39–41 horas semanais SIDRA.
• Observatórios do Trabalho (MTE): apontam que jornadas menores estão associadas a menor incidência de doenças ocupacionais Anatel.


---

🌍 Experiências internacionais

• França: jornada legal de 35h semanais desde 2000; estudos mostram manutenção da competitividade e criação de empregos.
• Islândia: testes entre 2015–2019 reduziram jornada para 35–36h, com ganhos de produtividade e bem-estar com.br.
• Reino Unido: projetos-piloto de semana de 4 dias (32h) mostraram redução de estresse e aumento de retenção de talentos com.br.
• Espanha: iniciativas regionais testam redução para 32h semanais com subsídios governamentais.

As experiências internacionais mais relevantes sobre redução da jornada de trabalho vêm da França (35h semanais desde 2000), da Islândia (testes de 35–36h entre 2015–2019), do Reino Unido (semana de 4 dias em projetos-piloto) e de Portugal (redução de 44h para 40h em 1996). Publicações da OIT e veículos como R7, Gazeta do Povo e Correio Braziliense trazem análises confiáveis sobre impactos em produtividade, saúde e emprego.

  • França Jornada legal de 35h semanais desde 2000 Mantida competitividade, criação de empregos, referência na OCDE obinoadvogad...
  • Islândia Testes entre 2015–2019 com 35–36h semanais Produtividade mantida, maior satisfação e menos estresse com.br
  • Reino Unido Projetos-piloto de semana de 4 dias (≈32h) Redução de burnout, maior retenção de talentos Notícias R7
  • Portugal Redução de 44h para 40h em 1996 Produtividade +4,4%, mas queda de 2% no emprego Gazeta do Povo
  • Espanha/Alemanha Projetos regionais e debates sobre 32h semanais Testes mostram ganhos de saúde e motivação CTB

---

🇫🇷 França – Jornada de 35h semanais

• Lei Aubry I e II (1998–2000): legislação que instituiu a jornada de 35h.• Fonte oficial: Legifrance (portal jurídico do governo francês).

• OCDE – Employment Outlook: análises sobre impacto da redução da jornada na França.
• INSEE (Instituto Nacional de Estatística da França): dados sobre emprego e produtividade após a reforma.


---

🇮🇸 Islândia – Experimento de 35–36h semanais

• Relatório oficial: “Going Public: Iceland’s Journey to a Shorter Working Week” (2021) – produzido pela Alda (Association for Sustainability and Democracy) e pela Autonomy (think tank britânico).
• Fonte: autonomy.work – publicações sobre o experimento islandês.
• Resultados: produtividade mantida, maior satisfação e redução de estresse.


---

🇬🇧 Reino Unido – Semana de 4 dias (≈32h)

• Relatório “The Results Are In: The UK’s Four-Day Week Pilot” (2023) – publicado pela Autonomy em parceria com a 4 Day Week Global.
• Fonte: 4dayweek.com – site oficial da iniciativa.
• Resultados: 92% das empresas mantiveram a semana reduzida após o piloto.


---

🇵🇹 Portugal – Redução de 44h para 40h (1996)

• Legislação nacional: Código do Trabalho (Lei n.º 7/2009 e alterações).
• Banco de Portugal: estudos sobre impacto econômico da redução da jornada.
• Eurofound (Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e Trabalho): relatórios sobre Portugal e outros países da UE.


---

🌍 Outras referências internacionais

• Organização Internacional do Trabalho (OIT) – Relatório “Working Time and Work-Life Balance Around the World” (2023).
• Eurofound – relatórios comparativos sobre jornadas reduzidas na Europa.
• OECD iLibrary – estudos sobre produtividade e horas trabalhadas.


---


📊 Pontos-chave das estatísticas

• França: jornada de 35h é padrão legal há mais de 20 anos.
• Islândia: 1% da população participou dos testes, com resultados positivos em produtividade e saúde.
• Portugal: redução para 40h aumentou custo do trabalho por hora em 6%, mas trouxe ganhos de produtividade.
• Reino Unido: empresas relataram queda na rotatividade e melhora no engajamento.