O Brasil possui cerca de 2.500 aeródromos registrados, mas apenas pouco mais de 120 são aeroportos públicos com operações regulares de passageiros.
CIDADANIA
31 de mai. de 2026
aeroportos brasileiros
7 de mai. de 2026
POR UM JUDICIÁRIO MELHOR
POR UM JUDICIÁRIO MELHOR
1)
Alterar o
Art. 101 da Constituição:
a)
Reduzir a composição do STF para 10 ministros;
b)
Aumentar a idade mínima para 45 (quarenta e
cinco anos) e a máxima para 60 (sessenta) anos;
c)
Estabelecer mandato para Ministros do STF (não vitalício): mínimo de 15 (quinze)
e máximo de 20 (vinte) anos, limitado o exercício do cargo até os 75 (setenta e
cinco) anos de idade;
d)
Acrescentar ao parágrafo único que o Senado
Federal somente pode rejeitar indicado pelo Presidente da República se não
atendidos os parâmetros constitucionais;
2)
Alterar
o Art. 102 da Constituição para:
a) Alterar a denominação para "Corte Constitucional", de
forma que possa passar a atuar exclusivamente como, e não como quarta
instância;
b) Excluir “membros do Congresso Nacional”
da alínea “b” do inciso I e incluir Presidentes do Senado Federal e Câmara dos
Deputados (reduzir o foro privilegiado);
c) Redefinir as atribuições, repassando ao STJ diversas
prerrogativas não compatíveis com o escopo de uma Corte Constitucional, como,
por exemplo, as alíneas “f” e “g” do inciso I;
d) Revisar e atualizar a estrutura do Supremo Tribunal Federal –
STF;
3)
Alterar
os 5 parágrafos do artigo 53 para que os processos contra parlamentares sejam
julgados pelo STJ e não precisem de autorização prévia da respectiva casa
legislativa, as quais também não podem sustar processos;
4)
Alterar
a legislação para que sentenças do STF somente sejam aprovadas com o mínimo de 2/3
(dois terços) dos votos favoráveis. A regra de maioria simples não pratica a
necessária justiça eficaz e deixa de observar princípios de proporcionalidade e
razoabilidade, além de fragilizar a segurança jurídica, permitir o domínio da
força econômica e manobras políticas obscuras, escusas, deploráveis;
5)
Alterar
o Regimento Interno do STF para que Ministros disponibilizem votos aos demais
membros da turma/pleno, por meio eletrônico, no mínimo 3 dias antes das
sessões, e disponham de, no máximo, 15 minutos para o voto oral;
6)
Abolir
recessos: juízes, promotores e serventuários devem ter férias de 30 dias
anuais, não coletivas, conforme escalas;
7)
Implementar
mecanismos eficazes para evitar o descumprimento de leis pelo próprio sistema
judiciário em manobras políticas, de interesse corporativo e ou escusas;
8)
Realizar
seleção interna no judiciário, para Desembargadores, Conselheiros e Ministros
de Tribunais, e não mais por indicação do Executivo. Aprovados em concurso para Juiz
acessarão cargos superiores subsequentes por meio de processos seletivos;
9)
Proibir que policiais (civis, militares, bombeiros),
delegados, juízes, procuradores e demais integrantes do judiciário concedam
entrevistas ou divulguem informações sobre processos, e muito menos expressem
suas opiniões pessoais a respeito de ações sob sua responsabilidade/condução;
10)
Fazer cumprir, efetivamente, o prazo
máximo de até 60 dias para prolação de sentenças (e processo não ficar parado
por décadas);
11)
Fixar
o período máximo de 1 ano para a completa tramitação de processos judiciais, em
todas as instâncias, priorizando os que envolvem corrupção, lavagem de
dinheiro, desvio de recursos públicos e hediondos (sem cerceamento do direito
de defesa);
12)
Regulamentar a possibilidade de cassação de
juiz, promotor ou serventuário corrupto e ou violador do devido
processo legal em prejuízo da
defesa de réus, e não simples
aposentadoria remunerada;
13)
Aplicar punição severa e efetiva a integrantes
do judiciário (podendo ser demitido a bem da sociedade) e que não seja somente
aposentadoria compulsória (o que só aumenta a impunidade, deixa de trabalhar e
continua ganhando, e muito);
14)
Alterar a
redação do Artigo 133 da Constituição para: O advogado é essencial à
administração da justiça, podendo qualquer cidadão requerer e ou defender-se diretamente
com ou sem assistência, garantida a
defensoria pública;
15)
Permitir somente uma
apelação a Tribunal Estadual ou Regional Federal e apenas um recurso ao STJ,
fazendo valer o princípio do duplo grau de jurisdição, e não quatro instâncias (o
STF deve ser exclusivamente Corte Constitucional);
16)
Abolir a possibilidade
de infindáveis recursos e embargos, em suas diversas modalidades, que apenas
protelam processos e beneficiam quem tem dinheiro para pagar advogados,
reforçando a impunidade.
EDIVAN
BATISTA CARVALHO
Especialista
em Análise Econômico-Financeira, Crédito e Planejamento.
Fortaleza
(CE)
29 de abr. de 2026
APLICATIVO PÚBLICO DE MOBILIDADE URBANA
APLICATIVO PÚBLICO DE MOBILIDADE URBANA
Com o avanço das tecnologias digitais e a crescente acessibilidade da população a dispositivos móveis, há uma oportunidade concreta e estratégica para o Governo do Brasil fomentar a criação de um aplicativo público de mobilidade urbana, híbrido ou regulado, com infraestrutura pública e participação das Universidades e Institutos Federais.
Referido aplicativo deve ser voltado a motoristas e passageiros em deslocamentos urbanos, funcionando como alternativa ou complemento a aplicativos existentes (como Uber e 99) e tem como objetivos centrais: garantir melhor remuneração aos trabalhadores, reduzir custos para os usuários e assegurar maior transparência regulatória.
Dessa forma, apresentamos a seguinte proposta de Política Pública com o objetivo de criar um Aplicativo Público de Mobilidade Urbana no Brasil:
1. Objetivos
a) Criar um aplicativo público de mobilidade urbana para motoristas e passageiros;
b) Garantir remuneração justa aos trabalhadores do setor;
c) Oferecer tarifas mais acessíveis à população;
d) Integrar o transporte individual por aplicativo às políticas municipais de mobilidade;
e) Promover transparência regulatória e participação social na governança;
f) Articular prefeituras, respeitando a autonomia local e integrando-se às políticas de transporte público.
2. Justificativa
a) Foco em soberania digital e transparência;
b) Aplicativos privadas concentram poder econômico e definem unilateralmente taxas e tarifas;
c) O setor de mobilidade por aplicativos movimenta bilhões de reais por ano e envolve mais de 1 milhão de motoristas cadastrados (IBGE, ANTP);
d) Experiências nacionais e internacionais demonstram que modelos regulados ou públicos podem reduzir custos e aumentar ganhos dos trabalhadores;
e) Em cidades como Fortaleza, o uso de aplicativos já representa mais de 30% dos deslocamentos individuais urbanos;
f) Modelos alternativos, como o Karvago, mostram que a redução de taxas para motoristas pode aumentar ganhos em até 20% por corrida;
g) Estimativas de mercado estimam que, em 2025, mais de 1,2 milhão de motoristas e entregadores utilizaram esses apps, movimentando mais de R$ 2 bilhões;
h) A Lei nº 12.587/2012 (Política Nacional de Mobilidade Urbana) atribui aos municípios a competência de organizar e fiscalizar o transporte urbano, o que abre espaço para soluções públicas ou híbridas.
3. Fundamentação Jurídica
a) Projeto de Lei nº 1.498/2025 – disciplina o transporte privado individual de passageiros;
b) Lei nº 12.587/2012 – Política Nacional de Mobilidade Urbana;
c) Lei nº 12.468/2011 – Profissão de Taxista, referência para regulamentação de motoristas de aplicativos;
d) Constituição Federal, art. 30, V – competência dos municípios para organizar serviços públicos locais.
4. Estrutura Técnica
a) Aplicativo nacional interoperável, com adesão voluntária dos municípios;
b) Infraestrutura digital robusta;
c) Uso de infraestrutura já existente;
d) Política de dados abertos;
e) Geolocalização e interoperabilidade com transporte público;
f) Ferramenta segura de meios de pagamento;
g) Governança transparente e participativa, incluindo representantes de motoristas, usuários e gestores públicos na definição de regras e fiscalização;
h) Modelo econômico sustentável, que equilibre tarifas acessíveis com remuneração justa.
5. Experiências relacionadas
a) Recife (PE): parceria com o app Cittamobi, integrando transporte público e empregabilidade;
b) Manaus (AM): Plataforma nacional (BRMOVI) com reinvestimento local e governança participativa. Projeto-piloto em operação com impacto econômico e social já mensurado;
c) Viçosa (MG): Aplicativo municipal (PMVmob) sem taxa para motoristas, com retenção mínima (1%) para manutenção do Projeto;
d) Karvago (Brasil): aplicativo nacional com taxas menores para motoristas e gestão regionalizada;
e) Em diversas cidades (interior de SP, CE, PR, etc) operam Apps regionais baseados na plataforma “Machine”, solução tecnológica que permite centrais de táxi e mototáxi operarem com marca própria;
f) Barcelona (Espanha): regulação municipal rigorosa sobre aplicativos de transporte, exigindo licenças específicas;
g) Paris (França): integração de aplicativos privados com transporte público via subsídios e regulamentação;
h) Nova York (EUA): a Taxi & Limousine Commission regula tarifas e licenças, incluindo serviços digitais.
6. Impactos Econômicos e Sociais
a) Motoristas: aumento da renda líquida em até 20% por corrida, pela redução de taxas administrativas;
b) Usuários: tarifas mais acessíveis;
c) Municípios: maior controle sobre mobilidade urbana e possibilidade de integração com transporte público;
d) Sociedade: redução da desigualdade de acesso à mobilidade, estímulo à economia local e fortalecimento da regulação pública;
e) Manaus (BRMOVI): Redução de 20% nas taxas cobradas dos profissionais; Aumento de 30% na renda média dos motoristas; Reinvestimento local de R$ 2 milhões no primeiro ano;
f) Viçosa (PMVmob): Taxa fixa zerada para motoristas; Apenas 1% de retenção para manutenção do App; Recursos excedentes destinados a um Fundo de Valorização do Motorista; Ferramentas obrigatórias de segurança (botão de emergência, compartilhamento de rota);
g) Plataforma Machine (apps regionais): Permite que grupos locais de motoristas ou centrais de táxi/mototáxi criem seus próprios aplicativos.
7. Plano de Implementação
a) Estudo de viabilidade técnica e econômica em parceria com universidades e órgãos de transporte, considerando:
I. Custo de desenvolvimento e manutenção;
II. Risco de baixa adesão;
III. Competição com grandes players;
IV. Judicialização por empresas privadas;
V. Adesão inicial de motoristas;
VI. Sustentabilidade financeira;
VII. Concorrência com plataformas consolidadas;
VIII. Necessidade de governança eficiente;
b) Projeto-piloto em capitais;
c) Integração gradual com sistemas municipais de transporte público;
d) Avaliação periódica com indicadores de custo, remuneração e satisfação dos usuários;
e) Expansão nacional com base nos resultados dos projetos-piloto.
8. Referências
a) Lei nº 12.587/2012 – Política Nacional de Mobilidade Urbana;
b) Lei nº 12.468/2011 – Profissão de Taxista;
c) Câmara dos Deputados – Projeto de Lei nº 1.498/2025;
d) ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos;
e) IBGE – Estatísticas de Mobilidade Urbana;
f) Cittamobi – Plataforma de mobilidade urbana;
g) Karvago – Aplicativo nacional de transporte.
28 de abr. de 2026
Banco Central e CVM, atenção necessária!
Banco Central e CVM, atenção necessária!
EB PARCERIAS Soluções Financeiras para Crescimento, Eficiência e Resultado
EB PARCERIAS
Soluções Financeiras
para Crescimento, Eficiência e Resultado
A EB Parcerias apoia empresas na melhoria de
resultados, acesso a crédito e tomada de decisão estratégica, por meio de
soluções financeiras estruturadas, práticas e orientadas a resultados.
Atuamos de forma próxima ao cliente, com
visão analítica e foco na geração de valor, contribuindo para o crescimento
sustentável e a eficiência financeira das organizações.
1. CAPTAÇÃO DE RECURSOS
O que é
Estruturação e intermediação de operações de
crédito e financiamento para empresas.
Para quem é
Empresas que precisam de capital de giro,
investimentos, expansão ou reestruturação financeira, com faturamento mensal
acima de R$ 1 milhão.
Problemas que
resolve
- Dificuldade
de acesso a crédito
- Condições
financeiras inadequadas
- Falta
de estrutura para negociação com bancos
Benefícios
- Acesso
aos principais bancos de primeira
linha, fundos, parceiros financeiros e relacionamento
- Melhores
condições de crédito
- Apoio
técnico na tomada de decisão
- Maior
eficiência no processo de captação
Como funciona
- Análise
cadastral, financeira e de crédito
- Estruturação
da operação
- Elaboração
de apresentação econômico-financeira
- Intermediação
com bancos e parceiros
- Avaliação
de propostas e simulações
- Apoio
na negociação e fechamento
2. DIAGNÓSTICO ECONÔMICO-FINANCEIRO
O que é
Um check-up completo da saúde financeira da
empresa.
Para quem é
Empresas que desejam melhorar desempenho,
reduzir riscos e tomar decisões mais seguras que possuam escrita contábil
organizada (Balanço e DRE).
Problemas que
resolve
- Falta
de clareza sobre a situação financeira
- Baixa
rentabilidade
·
Necessidade
de constante avaliação de desempenho da empresa
·
Aprofundar
o conhecimento sobre a saúde financeira do negócio
·
Necessidade
de apoio de profissionais especializados
Benefícios
- Visão
clara da situação atual
·
Acompanhamento efetivo do desempenho do negócio
- Identificação
tempestiva de:
I. Principais problemas
II. Anomalias
III. Fragilidades na
estrutura de capital e endividamento
IV. Sinais de alerta na
geração de caixa e nos resultados operacionais
V. Riscos ocultos que
podem comprometer a continuidade da empresa
VI. Indicadores-chave de
desempenho econômico-financeiro
- Recomendações
práticas e priorizadas
·
Subsidiar
Planos de Ação focados em corrigir o que precisa ser melhorado
Como funciona
- Análise
de balanços e DRE
- Avaliação
de indicadores financeiros
- Identificação
de riscos e oportunidades
- Elaboração
de relatório objetivo com recomendações
3. PARTICIPAÇÃO DO CONSELHO CONSULTIVO
O que é
Acompanhamento contínuo da gestão financeira
e estratégica da empresa.
Para quem é
Empresas que buscam suporte especializado
para tomada de decisão e melhoria contínua de resultados.
Problemas que
resolve
- Acompanhamento
gerencial não estruturado
- Decisões
sem base técnica consistente
- Dificuldade
em executar estratégias
Benefícios
- Apoio
estratégico contínuo
- Monitoramento
de desempenho
- Maior
disciplina de gestão
- Melhoria
consistente de resultados
Como funciona
- Análise
periódica de indicadores financeiros
- Acompanhamento
do fluxo de caixa e resultados
- Apoio
metodológico na construção de planos de ação
- Reuniões
mensais de avaliação e direcionamentos
4. ESTUDO DE VIABILIDADE
ECONÔMICO-FINANCEIRA
O que é
Avaliação da viabilidade de novos projetos e
investimentos.
Para quem é
Empresas e investidores que desejam
implantar ou expandir negócios com segurança.
Problemas que
resolve
- Incerteza
sobre retorno de investimentos
- Falta
de planejamento estruturado
- Riscos
financeiros não mapeados
Benefícios
- Redução
de riscos
- Melhoria
da tomada de decisão
- Visão
clara de retorno e viabilidade
Como funciona
- Definição
de escopo e premissas
- Análise
técnica e econômica
- Projeção
de resultados
- Elaboração
de estudo estruturado
5. VALUATION (AVALIAÇÃO DE
EMPRESAS)
O que é
Determinação do valor econômico de empresas.
Para quem é
Empresas em processos de venda, entrada/saída
de sócios, captação de recursos ou reorganização societária.
Problemas que
resolve
- Falta
de referência de valor da empresa
- Negociações
sem base técnica
- Risco
de perda de valor em transações
Benefícios
- Base
técnica para negociações
- Transparência
e credibilidade
- Melhor
posicionamento estratégico
Como funciona
- Análise
do desempenho histórico
- Avaliação
da posição de mercado
- Projeção
de fluxo de caixa
- Definição
de cenários
- Elaboração
de relatório completo com metodologia e conclusões
6. CONSULTORIA EM GESTÃO FINANCEIRA
O que é
Apoio estruturado para organização e
melhoria da gestão financeira.
Para quem é
Empresas que desejam aumentar eficiência,
controles e rentabilidade.
Problemas que
resolve
- Desorganização
financeira
- Falta
de controles e indicadores
- Ineficiência
de processos
Benefícios
- Melhor
controle financeiro
- Aumento
de previsibilidade
- Redução
de custos
- Tomada
de decisão mais eficiente
Como funciona
- Diagnóstico
da situação atual
- Estruturação
de controles financeiros
- Implantação
e acompanhamento de fluxo de caixa
- Definição
de indicadores e orçamento
- Revisão
de processos e rotinas
- Reuniões
periódicas de acompanhamento
7. ANÁLISE E REVISÃO
DE CRÉDITO
O que é
Avaliação técnica para concessão de crédito
a clientes.
Para quem é
Empresas que vendem a prazo e precisam
reduzir riscos de inadimplência.
Problemas que
resolve
- Concessão
de crédito sem critérios
- Alto
índice de inadimplência
- Falta
de padronização na análise
Benefícios
- Redução
de riscos
- Maior
segurança nas vendas
- Padronização
de processos
Como funciona
- Análise
cadastral
- Avaliação
conforme a Política de Crédito da empresa
- Sugestão
de limite de crédito
- Emissão
de parecer técnico
DIFERENCIAIS DA EB PARCERIAS:
- Atuação
prática e orientada a resultados
- Experiência
em operações financeiras e gestão
- Relacionamento
com instituições financeiras e mercado
- Soluções
personalizadas para cada cliente
- Foco
em geração de valor e crescimento sustentável
📱 WhatsApp: 85-9-9935-7364 ou 85-9-8696-7909
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Soluções financeiras para decisões mais
seguras e melhores resultados